ARLA ROMPE O PROTOCOLO PARA CELEBRAR A CULTURA E EMPOSSAR JOSÉ ALVES DANTAS FILHO
Por Domingos Pascoal
Em sessão extraordinária realizada no dia 18 de setembro de 2026, a Academia Riachuelense de Letras e Artes - ARLA deu posse ao Dr. José Alves Dantas Filho, novo ocupante da Cadeira nº 26 da instituição.
A solenidade, inicialmente prevista para o dia 26 de setembro, foi antecipada e realizada no escritório das empresas do empossando, em Aracaju, excepcionalmente fora da sede da Academia, localizada no município de Riachuelo.
Mais do que uma alteração de data e de endereço, a iniciativa revestiu-se de significado especial. A ARLA demonstrou que uma instituição cultural não se limita ao espaço físico onde realiza suas reuniões. Uma Academia existe onde estiverem presentes a palavra, o pensamento, a cultura e o compromisso de servir à sociedade.
Naquela ocasião, o protocolo cedeu lugar ao significado maior do encontro. Como foi lembrado durante a solenidade:
“Os protocolos existem para serem quebrados, sempre em benefício do todo.”
E talvez resida justamente aí uma das mais belas dimensões daquele momento: não foi apenas José Alves Dantas Filho quem chegou à Academia. A Academia também foi ao encontro dele.
Por algumas horas, o escritório transformou-se em espaço acadêmico; o ambiente de trabalho abriu lugar à literatura, à arte e à cultura; e a Cadeira nº 26 ganhou um novo ocupante e, com ele, uma nova história. Porque paredes abrigam instituições. Mas são as pessoas que lhes dão alma.
Um novo acadêmico, uma nova contribuição
O nome de José Alves Dantas Filho foi apreciado e aprovado para integrar a Academia Riachuelense de Letras e Artes. Homem conhecido na comunidade, ligado à cultura e ao empreendedorismo, chega à ARLA trazendo consigo não apenas sua experiência profissional, mas uma história construída pela convivência, pelo trabalho e pela participação social.
Sua chegada reforça um princípio que deveria acompanhar toda instituição cultural: uma cadeira acadêmica não existe apenas para ser ocupada; existe para produzir presença.
Entrar para uma Academia significa receber uma distinção, mas significa também assumir uma responsabilidade.
Responsabilidade com a memória. Com a palavra. Com a arte. Com a comunidade.
E, principalmente, com aqueles que ainda virão.
A sessão extraordinária foi prestigiada por acadêmicos que, com suas presenças, testemunharam e deram significado ainda maior àquele momento: Jodoval Luiz dos Santos, José Alves Dantas, Ancelmo Oliveira, Elaine Marques, Antônio Martins Bezerra, Maria de Fátima dos Santos, Domingos Pascoal de Melo, Fred Ferreira e Lilian Wanderley.
Cada presença representava mais do que um nome na solenidade. Representava a própria Academia reunida em torno de um dos seus objetivos essenciais: aproximar pessoas, preservar memórias, estimular a cultura e semear conhecimento.
Assim, naquela tarde de 18 de setembro, a ARLA mostrou que tradição não significa imobilidade. Há momentos em que preservar o espírito de uma instituição exige justamente a coragem de adaptar a forma.
O endereço mudou. A data mudou. O protocolo foi flexibilizado. Mas a essência acadêmica permaneceu.
E permaneceu porque a verdadeira Academia não está apenas no prédio, no estatuto, na cadeira ou no diploma. Ela está, sobretudo, nas pessoas que acreditam que a cultura é uma forma de servir e que o conhecimento só alcança sua grandeza quando é compartilhado.
A posse do Dr. José Alves Dantas Filho, portanto, não ficará registrada apenas como a entrada de um novo acadêmico na Cadeira nº 26. Ficará também como o dia em que a Academia Riachuelense de Letras e Artes saiu de sua sede para demonstrar que, quando a causa é a cultura, o verdadeiro endereço de uma Academia é onde estiverem o pensamento, a palavra e o desejo de construir.
Pense nisso. Experimente Mudar!
A solenidade, inicialmente prevista para o dia 26 de setembro, foi antecipada e realizada no escritório das empresas do empossando, em Aracaju, excepcionalmente fora da sede da Academia, localizada no município de Riachuelo.
Mais do que uma alteração de data e de endereço, a iniciativa revestiu-se de significado especial. A ARLA demonstrou que uma instituição cultural não se limita ao espaço físico onde realiza suas reuniões. Uma Academia existe onde estiverem presentes a palavra, o pensamento, a cultura e o compromisso de servir à sociedade.
Naquela ocasião, o protocolo cedeu lugar ao significado maior do encontro. Como foi lembrado durante a solenidade:
“Os protocolos existem para serem quebrados, sempre em benefício do todo.”
E talvez resida justamente aí uma das mais belas dimensões daquele momento: não foi apenas José Alves Dantas Filho quem chegou à Academia. A Academia também foi ao encontro dele.
Por algumas horas, o escritório transformou-se em espaço acadêmico; o ambiente de trabalho abriu lugar à literatura, à arte e à cultura; e a Cadeira nº 26 ganhou um novo ocupante e, com ele, uma nova história. Porque paredes abrigam instituições. Mas são as pessoas que lhes dão alma.
Um novo acadêmico, uma nova contribuição
O nome de José Alves Dantas Filho foi apreciado e aprovado para integrar a Academia Riachuelense de Letras e Artes. Homem conhecido na comunidade, ligado à cultura e ao empreendedorismo, chega à ARLA trazendo consigo não apenas sua experiência profissional, mas uma história construída pela convivência, pelo trabalho e pela participação social.
Sua chegada reforça um princípio que deveria acompanhar toda instituição cultural: uma cadeira acadêmica não existe apenas para ser ocupada; existe para produzir presença.
Entrar para uma Academia significa receber uma distinção, mas significa também assumir uma responsabilidade.
Responsabilidade com a memória. Com a palavra. Com a arte. Com a comunidade.
E, principalmente, com aqueles que ainda virão.
A sessão extraordinária foi prestigiada por acadêmicos que, com suas presenças, testemunharam e deram significado ainda maior àquele momento: Jodoval Luiz dos Santos, José Alves Dantas, Ancelmo Oliveira, Elaine Marques, Antônio Martins Bezerra, Maria de Fátima dos Santos, Domingos Pascoal de Melo, Fred Ferreira e Lilian Wanderley.
Cada presença representava mais do que um nome na solenidade. Representava a própria Academia reunida em torno de um dos seus objetivos essenciais: aproximar pessoas, preservar memórias, estimular a cultura e semear conhecimento.
Assim, naquela tarde de 18 de setembro, a ARLA mostrou que tradição não significa imobilidade. Há momentos em que preservar o espírito de uma instituição exige justamente a coragem de adaptar a forma.
O endereço mudou. A data mudou. O protocolo foi flexibilizado. Mas a essência acadêmica permaneceu.
E permaneceu porque a verdadeira Academia não está apenas no prédio, no estatuto, na cadeira ou no diploma. Ela está, sobretudo, nas pessoas que acreditam que a cultura é uma forma de servir e que o conhecimento só alcança sua grandeza quando é compartilhado.
A posse do Dr. José Alves Dantas Filho, portanto, não ficará registrada apenas como a entrada de um novo acadêmico na Cadeira nº 26. Ficará também como o dia em que a Academia Riachuelense de Letras e Artes saiu de sua sede para demonstrar que, quando a causa é a cultura, o verdadeiro endereço de uma Academia é onde estiverem o pensamento, a palavra e o desejo de construir.
Pense nisso. Experimente Mudar!

