domingo, 16 de junho de 2024
ACADEMIA DE LETRAS E ARTES MOITENSE
segunda-feira, 10 de junho de 2024
TRIBUTO A ACADÊMICA GUIOMAR SOUZA GOES -AGL - Academia Gloriense de Letras.
Dia 08 de junho de 2024, na Câmara Municipal de Nossa Senhora da Gloria, sessão solene da saudade em homenagem a professora GUIOMAR SOUZA GOES, que fez história semeando a boa semente da educação e estimulando seus discípulos para que fizessem sempre mais e melhor.
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| Foto: à esquerda professora Cassia Valeria de Rezende, que escreveu sobre a homenageada e de familiares da professora Guiomar Souza Goes |
Muitos daqueles jovens, hoje grisalhos, compareceram a esta sessão da saudade para emocionados e de público tributar seus agradecimentos à saudosa mestra e líder pelas lições do caminho e da vida que os impulsionaram a chegar até aqui.
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| Dra. Ana Célia filha da homenageada, professora Guiomar Souza Goes |
Professora Guiomar, tomou pose na Academia Gloriense de Letras, na cadeira 06, dos honorários, no dia 28 de abril de 2023, foi saudada pelo acadêmico Adebaldo Junior e muito bem recebida por todos os membros daquela arcádia literária.
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| Foto de Maria Goes, irmã da professora Guiomar Souza Goes. |
A solenidade do dia 08 de junho de 2024, foi memorável, como inolvidável era a própria homenageada, que alegre, feliz e realizada se hospedou em Deus no dia 03 de janeiro de 2024.
As suas sementes, seus amigos, seus conterrâneos e seus confrades, que ainda mourejamos na terra dos vivos, só resta lamentar a sua ausência e agradecer o seu legado. Deus seja Louvado!
segunda-feira, 6 de maio de 2024
ACADEMIA CRISTINAPOLITANA DE LETRAS E HUMANIDADES 9 ANOS
ACADEMIA CRISTINAPOLITANA DE LETRAS E HUMANIDADES
9 ANOS
A ACLH - Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades, fundada a 06 e instalada no dia 21 de abril 2015 chegou aos 09 anos de existência. A comemoração aconteceu exatamente no dia 21 de abril de 2024, no auditório do Centro Educacional Dr. Joel Oliveira, na Praça da Bandeira em Cristinápolis Sergipe. Foram Mestres de Cerimonias o confrade Lucas Lamonier e as confreiras Maria Cecilia e Mariza Medreiros. O dispositivo foi formado pela professora Solange da Gama Pinheiro – presidente da Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades, Mariza Medreiros – tesoureira, Pedrinho de Balbino – prefeito de Tomar de Geru, Domingos Pascoal - presidente de honra, Franklin Rolim - presidente da Academia de Letras de Aracaju, Carlos Alexandre - presidente da Academia Gloriense de Letras, Aberlânio Ancelmo - Secretário Municipal de Educação, Maria Salete da Costa Nascimento representando a Academia Dorense de Letras, Hélio Oliveira representando a Academia Estanciana de Letras e Walisson dos Santos -Secretário Municipal de Cultura de Cristinápolis. Foram anunciados os eventos que se seguiram durante toda a sessão: lançamento do livro do professor/escritor/músico/acadêmico, maestro GILMAR CORREIA DA CONCEIÇÃO. Foi lançado, também, o edital da II Antologia Literária da ACLH: “DANDO VOZ ÀS PALAVRAS”. foi feita homenagem póstuma com a entrega de placas honorárias ao DR. JOEL DE OLIVEIRA, “in memoriam”, que foi representado pelo agente cultural ROOSEVELT JUNIOR. A D. CHICA DE SÃO ROQUE, “in memoriam” recebido pelos Membros do Grupo Bomfim, representado por sua filha SAMARA SILVA SANTOS e suas netas e netos: Maria Tainara Silva de Jesus, Josefa Tainá Silva Santos, Rayris dos Santos Silva, Franciele Mendes de Oliveira, Arthur Gael Mendes da Silva, Enzo Gabriel Mendes da Silva, José Tiago Silva de Jesus. Foram apresentados dois projetos de cunho literário: "O MUNDO DIVERTIDO DA LITERATURA”, da Secretaria Municipal de Educação de Tomar do Geru, representado, no presente evento, pela secretária, Iara Soares Costa, e a coordenadora de Educação Infantil, Raimunda Maciel. E, o “PROJETO ESTRELAS LITERÁRIAS,” do Colégio Trindade e Silva em Cristinápolis que contou com a presença dos diretores do colégio professor RAIMUNDO CARLOS e sua esposa, profª SANDRA SILVA, acompanhados das coordenadoras, professoras, secretárias, auxiliares responsáveis pela execução do projeto: Maria Eloisa de Souza Santos, Tássia Fernanda Lisboa Santos, Joélia Barbosa de Jesus, Deizaiane Alves dos Santos, Reânjeles Conceição Santos, Alesandra Santos de Almeida, Cleidecelia de Gois Santos, Renata Rosa da Rocha, Railda Caetano dos Santos e Jessica dos Santos Cruz. O projeto contemplou e mudou a vida de doze estudantes, transformando-os em doze escritores: Anne Caroline Nascimento Paiva, Claudinei Rosalvo da Silva Júnior, Isabela Nascimento Oliveira, Manuelle França Bezerra, Júlia Almeida da Silva, Maria Yasmin Santos Silva, Sofia Santos de Almeida, Ana Clara Leal de Souza, Alice Maria Marques dos Santos, Heitor Paiva de Sena, Vanessa Cruz Gama, Manuela Soares dos Santos. A participação musical ficou ao encargo do competente maestro MACIEL ALMEIDA, dos talentosos músicos da Sociedade Filarmônica São Francisco de Assis e, da nossa querida Amiga e grande intérprete da música popular brasileira MIRIAM ALVES.
Domingos Pascoal
quinta-feira, 4 de abril de 2024
segunda-feira, 1 de abril de 2024
FESTA LITERÁRIA NA ACADEMIA RIACHUELENSE DE LETRAS E ARTES
23 de março de 202
Aracaju a Riachuelo
Dia 23 de março de 2024, à tarde, uma comitiva acadêmica formada pelo Dr. José Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras, e pelos acadêmicos e acadêmicas: Domingos Pascoal de Melo, Maria das Graças Monteiro Melo, Educadora Cris Souza, Salete Nascimento, Hélio Oliveira, Arquimedes Marques e Elaine Marques, foi à cidade de Riachuelo para uma sessão da academia de letras daquele município, oportunidade em que foram empossados como membros titulares, efetivos e vitalícios: a professora Enedina Dantas do Vale, a professora Cenira da Silva e o cantor Manoel Ferreira de Santana, também conhecido como JILÓ; foram outorgados dois títulos honoríficos: o Dr. José Anderson Nascimento recebeu o diploma de presidente honorário da ARLA e o acadêmico Domingos Pascoal de Melo foi diplomado como acadêmico honorário da ARLA – Academia Riachuelense de Letras e Artes.
Houve ainda o lançamento do livro “Foi Assim”, de autoria do presidente daquela arcádia literária, professor Jodoval Luiz dos Santos.
INSTALAÇÃO DA ACADEMIA MURIBEQUENSE DE LETRAS
23 de março de 2024
Riachuelo a Muribeca
Uma parte da comitiva, que se encontrava em Riachuelo, composta pelos acadêmicos Domingos Pascoal, Maria das Graças Monteiro Melo, Educadora Cris Souza, Salete Nascimento e Hélio Oliveira, após a solenidade em Riachuelo, dirigiu-se à vizinha cidade de Muribeca para instalar a Academia Muribequense de Letras.
A comitiva acadêmica foi recebida pelo idealizador e presidente do grupo gestor da organização e criação da AML – Academia Muribequense de Letras, professor Jorge Douglas Cabral, que apresentou a todos as instalações do Salão Paroquial e também ao Senhor Prefeito Municipal, Mário Cesar Conserva, e às senhoras: Secretária de Educação, Cultura, Turismo e Esporte, professora Jussiara Maria Santos Lima; Vereadoras: Gracinha Figueiredo e Ariane Cabral; ao Maestro Rogério dos Anjos Andrade e à sua Banda de Música JOSÉ CARLOS GOMES, formada por jovens Estudantes Muribequenses e, ao fotografo, Pedro Robson dos Santos, encarregado pelos registros instantâneos da festa.
O mestre de cerimônias, João Rocha, vindo da vizinha cidade de Japaratuba, já se encontrava, juntamente com a secretária eleita da AML, Gísela, Maria, o fotógrafo Pedro Robson dos Santos, e o maestro Rogério dos Anjos Andrade, ultimando os detalhes finais para que tivéssemos, como de fato tivemos, uma festa digna de uma instalação de uma academia de letras.
O dispositivo foi formado pelas autoridades do executivo, legislativo, judiciário, acadêmico e maçônico. Na foto que faz parte deste vídeo, podemos ver, olhando-se da esquerda para a direita: Dr. Roberto Guimarães, representando a Maçonaria; Educadora Cris Souza, presidente da Academia Literocultural de Sergipe e coordenadora do MAC - Movimento de Apoio Cultural Antônio Garcia Filho da Academia Sergipana de Letras; João Francisco (Chico Buchinho), presidente da
Academia Aquidabãense de Letras; Confreira Salete Nascimento, representando a Academia Cristinapolitana de Letras e Humanidades; Professora Jussiara Maria Santos Lima, Secretária de Educação, Cultura, Turismo e Esportes; Prefeito Municipal de Muribeca, Dr. Mário Cesar Conserva; Acadêmico Jorge Douglas Vieira Cabral Souza, idealizador, fundador e presidente da Academia Muribequense de Letras, ora instalada; Acadêmico Domingos Pascoal de Melo, responsável pela Instalação da AML- Academia Muribequense de Letras; desembargadora Maria das Graças Monteiro Melo; acadêmica Elenice Reis, presidente da Academia Literária de Vida de Propriá; acadêmica professora Maria Valdete Santos, presidente da Academia Japoatãnense de Letras e Artes; Vereadora Gracinha Figueredo e Vereadora Ariane Cabral.
Tomaram posse em suas Cátedras dezenove acadêmicos e acadêmicas, cada um com seus patronos e patronas:
1- Jorge Douglas Vieira Cabral Souza - patrono Luiz Vieira Cabral; 2- José Deiwid Andrade Gonçalves - Patrono: Maria Jacira Andrade;
3- Marcos Antônio Menezes Bezerra - Patrono: Maria Irlan Menezes Bezerra (Lia de Badessa);
5- Iderlânia Costa Souza - Patrono: Francisco Adriano da Costa (Chico Bananinha);
6- Gisela Maria Carvalho Souza - Patrono: Maria da Mota Souza (Dona Santaninha);
7- Regina Tavares Santos - Patrono: Maria Izabel Tavares dos Santos;
8- Bruna Morrana dos Santos Cavalcante - Patrono: Adélia Pureza Rezende;
9- José Edmario dos Santos - Patrono: Maria Valdenice da Conceição;
10- Jeiza de Souza Ferraz - Patrono: Manoel Rozendo de Souza (Pai Velho);
11- Salmo Santos Siqueira - Patrono: Cícera Feitosa dos Santos Siqueira;
12- Igor dos Santos Santana - Patrono: Vera Lúcia dos Santos Santana;
13- Lyana Angélica Santos Cunha - Patrono: José Ariovaldo Cunha;
14- Neurimar Conserva Souza - Patrono: Mário Alves Conserva;
16- Maria Jucineide do Nascimento Lopes - Patrono: José Hugo do Nascimento;
18- Mariana Pereira Moura - Patrono: João Matos Moura;
19- Matheus Emannuel Oliveira Vieira - Patrono: Antônio Gomes Vieira.
O dia 23 de março de 2024 é uma data para ficar registrada na memória e na história do povo de Muribeca, como o dia em que nasceu a Academia Muribequense de Letras, formada por dezenove jovens intelectuais, ávidos em aprender mais e, também, transmitir o que sabem. Façam isso! A instituição que vocês tiveram a felicidade de criar será do tamanho e importância que vocês emprestarem a ela, façam-na grande, comecem pequenos, naturalmente. Porém, nunca parem de crescer. A AML já nasceu vocacionada para fazer a diferença como indutora do pensamento literário e cultural, mediadora dos saberes e do conhecimentos junto à sociedade em geral de Muribeca, mas, sobretudo, perante as escolas da cidade, estimulando a leitura, o estudo e, também, a produção da ideia escrita e a publicação de livros. “Somente o livro, sabemos nós, é o único veículo capaz de acumular e transmitir, no presente, o registro de um passado etéreo e jungi-lo à eternidade do futuro, pois somente ele detém a primazia de fazer o elo dos tempos, mantendo seguro o registro eterno da história, da memória e da vida”. Domingos Pascoal de Melo, no prefácio que fez para o livro: 50 anos da Aug.’. e Resp.’. Loja Maçônica 7 de setembro nº 01 do Oriente de Aracaju -Sergipe.
sexta-feira, 8 de março de 2024
Academia Sergipana de Letras
A Academia Sergipana de Letras (ASL) é uma instituição cultural inaugurada em 1º de junho de 1929 e sediada em Aracaju, Sergipe. Tem como objetivo cultivar a língua e a literatura nacionais. Compõe-se a ASL de 40 membros efetivos e vitalícios, e 20 sócios correspondentes.
No início do século XX, o poeta Antônio Garcia Rosa e outros intelectuais sergipanos manifestaram-se a favor da criação de uma academia literária, nos moldes da Academia Brasileira de Letras, estimulados, principalmente com a repercussão da Semana de Arte Moderna, que se realizou em São Paulo, entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal dessa cidade.
Na época, o movimento cultural mais evidente em Sergipe era desenvolvido pela Hora Literária General Calazans, uma sociedade lítero-artística, composta por escritores de ambos os sexos e de todas as tendências literárias. A Hora Literária funcionava na residência do empresário José da Silva Ribeiro, inicialmente localizada na Rua do Barão, atual Rua João Pessoa e, transferida depois, para a Colina do Santo Antônio, tempo em que passou a denominar-se como Hora Literária do Santo Antônio, movimento cultural, aberto às diversas manifestações da inteligência.
Apesar da importância da Hora Literária, as aspirações dos poetas e escritores era fundar uma academia, nos moldes da Academia Brasileira de Letras. Antes de fundar-se a Academia Sergipana de Letras, várias tentativas haviam sido feitas no mesmo sentido, especialmente, pelo poeta Joaquim Prado Sampaio Leite e pelo jornalista Edison Ribeiro, cujas ideias eram defendidas nas páginas do Diário de Aracaju, jornal que dirigia, na época.
As primeiras notícias relativas à fundação da ASL foram divulgadas em 13 de abril de 1929, quando foi deliberado pelo seu grupo instituidor, que, para a composição do quadro acadêmico, ficariam mantidos os acadêmicos que pertenciam à Hora Literária. A 1º de junho de 1929, numa sala da residência do empresário José da Silva Ribeiro, na Praça Siqueira de Menezes, na Colina de Santo Antônio, realizou-se a sessão inaugural, com a presença de dezesseis acadêmicos. O presidente José Augusto da Rocha Lima fez uma alocução preliminar explicando os fins da novel instituição, leu elegante e sugestiva oração, importante documento literário e histórico sobre a fundação da Academia. João Pires Wynne, 2º secretário, leu a memória histórica dos atos preparatórios, e o Acadêmico Alfeu Rosas Martins pronunciou o discurso inaugural. Nesta mesma sessão foi empossada a primeira Diretoria da ASL, composta dos acadêmicos: Presidente: Cônego José Augusto da Rocha Lima; Vice-presidente: Alfeu Rosas Martins; Secretário Geral: João dos Passos Cabral; 1º Secretário: Carlos Camélio Costa; 2º Secretário: João Pires Wynne; Tesoureiro: Manuel dos Santos Melo.
Assim, a Hora Literária convertia-se na Academia Sergipana de Letras, dando grande brilho às letras sergipanas. Seu primitivo estatuto criou 16 cadeiras para os seus sócios acadêmicos, todas patrocinadas por sergipanos ilustres, já, falecidos, na seguinte ordem: Tobias Barreto, Sílvio Romero, Fausto Cardoso, Bitencourt Sampaio, Ivo do Prado, Gumercindo Bessa, Curvelo de Mendonça, Felisbelo Freire, Maximino Maciel, Lapa Pinto, Maria Perdigão, Severiano Cardoso, Frei Luiz de Santa Cecilia, Horácio Hora, Armindo Guaraná e Pedro de Calazans.
Juntaram-se à instituição cultural os poetas João Pires Wynne, João Passos Cabral, Cleômenes Campos, os intelectuais: José Magalhães Carneiro (escritor ficcionista); Rubens de Figueiredo Martins (escultor e poeta); Monsenhor Carlos Camélio Costa (orador sacro); Clodomir Souza e Silva (historiador) e o contista Manuelito Campos de Oliveira.
A Academia recém-fundada tomou como modelo a Academia Brasileira de Letras instituindo quarenta lugares vitalícios, sendo que os dezesseis pioneiros foram preenchidos por intelectuais que pertenciam à Hora Literária. Posteriormente, foram integrados os vinte e quatro restantes, eleitos pelo núcleo inicial.
O certo é que, em 1931, o quadro acadêmico constituiu-se com os intelectuais Antônio Garcia Rosa, Magalhães Carneiro, Cleômenes Campos, José Augusto da Rocha Lima, D. Antônio Cabral, Gilberto Amado, Ranulfo Prata, Manuelito Campos, Rubens Figueiredo, Artur Fortes, Costa Filho, Monsenhor Carlos Costa, Clodomir Silva, Santos Melo, Helvécio de Andrade, Hermes Fontes, Oliveira Teles, D. Mário Vilas Boas, Pires Wynne, Alfeu Rosas, Mauricio Cardoso, João Passos Cabral, Prado Sampaio, Júlio Albuquerque, Carvalho Neto, Florentino Menezes, Nobre de Lacerda Gervásio Prata, Abelardo Cardoso, Enoch Santiago, João Esteves da Silveira, Edson Ribeiro, Humberto Dantas, Olegário e Silva, Josué Silva, Augusto Leite, Hunald Santaflor Cardoso, Pedro Machado, Marcos Ferreira de Jesus, Zózimo Lima, Epifânio Dória.
A 28 de fevereiro de 1931 foi aprovado o Estatuto do Sodalício estabelecendo as regras para o seu funcionamento. Seguiram-se as primeiras sessões do Sodalício e, em setembro seguinte, teria lugar uma sessão especial, convocada para a eleição da nova Diretoria, relativa ao mandato de 1931 a 1933, que se constituiu da seguinte forma: Presidente: Antônio Manuel de Carvalho Neto; Vice-Presidente: Artur Gentil Fortes; Secretário-Geral: Florentino Teles de Menezes; 1º Secretário: Enoch Matusalém Santiago; 2º Secretário: Pedro Ribeiro Machado; Tesoureiro: Epifânio da Fonseca Dória e Menezes; Bibliotecário: Epifânio da Fonseca Dória e Menezes.[1]
Referências:
- Nascimento, José Anderson (2017). Perfis Acadêmicos. Aracaju: Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe / Edise. p. 5. ISBN 978-85-63318-94-7
terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
SER MAÇOM - A ARTE DA BUSCA
.
A minha primeira tentativa de ingressar
na maçonaria aconteceu em 1974,
no Rio de Janeiro.
Eu era um dublê de garçom e jornalista, (freelance ou foca), como era conhecido quem iniciava na lide jornalística naquele tempo.
Morava na rua do Lavradio, nº 122, quase em frente ao Palácio Maçônico do Grande Oriente do Brasil o que, de certa forma, contribuiu para que eu fizesse esta tentativa ali mesmo, numa das lojas que funcionavam naquele suntuoso Castelo.
Todavia, logo em seguida, maio de 1975, as coisas mudaram, tive que voltar para o Ceará, o que inviabilizou, assim, o prosseguimento do processo para ingressar numa loja do Rio de Janeiro.
Através da pessoa que me indicou, fiz as comunicações devidas e voltei a minha terra.
Somente em 1976, já morando em Fortaleza, dei entrada novamente e fui iniciado em março de 1977.
Era um sonho que se tornava realidade, eu estava muito feliz e cheio de dúvidas, pois tudo o que eu conhecia de maçonaria, por curiosidade ou ouvir dizer antes de iniciar, não era nada.
Mesmo com aquela angústia da dúvida, atrevi-me prosseguir e, no dia 29 de março de 1977, uma terça feira, vi, pela primeira vez, um farol a iluminar meu futuro.
Para a minha alegria, com o passar do tempo, fui verificando que todas as expectativas e dúvidas que eu alimentava estavam sendo ultrapassadas.
À proporção que subia a escada, degrau a degrau, ia desvendando a beleza que é a proposta da Sublime Ordem Maçônica: a Deus, a Pátria, a Família, às Virtudes da Harmonia, da Amizade e, da Verdade.
Mesmo ciente de que eram valores que, provavelmente eu já os possuía. Todavia, com certeza, eu não sabia que os tinha, e esta simples amostragem, para mim, já compensaria todos os embates da injustiça sobre a justiça, do falso sobre o verdadeiro, do ódio sobre o amor que, ordinariamente também encontrei na caminhada, posto que os caminheiros que comigo andaram e, andam ainda, fazem parte da única espécie que erra conscientemente, somos humanos.
Nesse caminhar, fui entendendo que, na Maçonaria, não se ensina, só se aprende, é o exemplo e a boa vontade que contam.
E aprendi, também, que a minha trajetória maçônica seria do tamanho e da importância que eu desse a ela. Esta compreensão levou-me a encontrar o ponto de inflexão da minha existência, vislumbrando aí a possibilidades de ser e fazer a diferença na vida que se descortinava a frente.
Todas essas ideias, carregadas de significados, chegavam-me aos poucos e iam reconstruindo o meu Templo interior, tornando-me maior, melhor e mais humano.
Tudo isso chegou em boa hora, havia casado há poucos meses, setembro de 1976, havia sido aprovado em dois vestibulares: administração e Filosofia e peregrinava na vida laborando entre um emprego de vendedor nas Lojas Friolar e, a dirigir um taxi para completar a renda.
Aquela realidade levou-me a acreditar, e não me enganei, que havia acertado: eu estava onde realmente deveria estar.
Entrar para a maçonaria foi, sem dúvidas, um dos melhores passos que dei nos meus 27 anos de existência.
Disse um dos passos mais acertados, pois o primeiro e melhor passo que dei, foi o de, após 10 anos de namoro, ter casado com Maria das Graças Monteiro, minha atual esposa, sete meses antes da minha iniciação.
A partir de então comecei a entender o que significava a lógica e retidão do esquadro, do compasso e do prumo na busca da egrégora perfeita, como força espiritual geradora de energias vitais na manutenção dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
Percebi também que o melhor local para encontrar a minha felicidade era na felicidade do outro e, que a busca permanente é o equilíbrio entre a unidade e a diversidade.
Aos poucos, fui entendendo a harmonia perfeita proclamada no salmo 133, e percebendo que ali estava a energia concentrada que gera a força de coesão e mantém o grupo unido, apesar, não importa, da nítida consciência ou não, rumo ao Uno Sagrado presente na Divindade onde Pai, Filho e Espírito Santo, são um só, que é Deus – O Grande Arquiteto do Universo.
Hoje, já existem elementos para concluir que o sonho rumo ao uno divinal é, apenas sonho mesmo e, que nele devemos permanecer, pois o que conta é a esperança da busca, somos pobres humanos imperfeitos, temos que entender que para toda tese sempre haverá uma antítese geradora do movimento para que a roda da vida gire.
Por isso não é mais de se ignorar o fato de que na Maçonaria, infelizmente, são encontrados maçons, com “m” minúsculo, que usam avental mas não laboram na senda da lapidação da sua pedra bruta e, também irmãos que nasceram e se educaram maçom, sem nem saber que maçonaria existia que, mesmo profanamente, mereciam usar a nossa indumentária de trabalho.
Talvez por isso, seja justificável ficarmos sempre na busca, pois a perfeição é divinal e inatingível.
Para nós, o que conta é o a busca do Uno perfeito que é Deus, para nós, o Grande Arquiteto do Universo. Que assim seja. Que a busca continue!
*Domingos Pascoal de Melo
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A minha primeira tentativa de ingressar
na maçonaria aconteceu em 1974,
no Rio de Janeiro.
Eu era um dublê de garçom e jornalista, (freelance ou foca), como era conhecido quem iniciava na lide jornalística naquele tempo.
Morava na rua do Lavradio, nº 122, quase em frente ao Palácio Maçônico do Grande Oriente do Brasil o que, de certa forma, contribuiu para que eu fizesse esta tentativa ali mesmo, numa das lojas que funcionavam naquele suntuoso Castelo.
Todavia, logo em seguida, maio de 1975, as coisas mudaram, tive que voltar para o Ceará, o que inviabilizou, assim, o prosseguimento do processo para ingressar numa loja do Rio de Janeiro.
Através da pessoa que me indicou, fiz as comunicações devidas e voltei a minha terra.
Somente em 1976, já morando em Fortaleza, dei entrada novamente e fui iniciado em março de 1977.
Era um sonho que se tornava realidade, eu estava muito feliz e cheio de dúvidas, pois tudo o que eu conhecia de maçonaria, por curiosidade ou ouvir dizer antes de iniciar, não era nada.
Mesmo com aquela angústia da dúvida, atrevi-me prosseguir e, no dia 29 de março de 1977, uma terça feira, vi, pela primeira vez, um farol a iluminar meu futuro.
Para a minha alegria, com o passar do tempo, fui verificando que todas as expectativas e dúvidas que eu alimentava estavam sendo ultrapassadas.
À proporção que subia a escada, degrau a degrau, ia desvendando a beleza que é a proposta da Sublime Ordem Maçônica: a Deus, a Pátria, a Família, às Virtudes da Harmonia, da Amizade e, da Verdade.
Mesmo ciente de que eram valores que, provavelmente eu já os possuía. Todavia, com certeza, eu não sabia que os tinha, e esta simples amostragem, para mim, já compensaria todos os embates da injustiça sobre a justiça, do falso sobre o verdadeiro, do ódio sobre o amor que, ordinariamente também encontrei na caminhada, posto que os caminheiros que comigo andaram e, andam ainda, fazem parte da única espécie que erra conscientemente, somos humanos.
Nesse caminhar, fui entendendo que, na Maçonaria, não se ensina, só se aprende, é o exemplo e a boa vontade que contam.
E aprendi, também, que a minha trajetória maçônica seria do tamanho e da importância que eu desse a ela. Esta compreensão levou-me a encontrar o ponto de inflexão da minha existência, vislumbrando aí a possibilidades de ser e fazer a diferença na vida que se descortinava a frente.
Todas essas ideias, carregadas de significados, chegavam-me aos poucos e iam reconstruindo o meu Templo interior, tornando-me maior, melhor e mais humano.
Tudo isso chegou em boa hora, havia casado há poucos meses, setembro de 1976, havia sido aprovado em dois vestibulares: administração e Filosofia e peregrinava na vida laborando entre um emprego de vendedor nas Lojas Friolar e, a dirigir um taxi para completar a renda.
Aquela realidade levou-me a acreditar, e não me enganei, que havia acertado: eu estava onde realmente deveria estar.
Entrar para a maçonaria foi, sem dúvidas, um dos melhores passos que dei nos meus 27 anos de existência.
Disse um dos passos mais acertados, pois o primeiro e melhor passo que dei, foi o de, após 10 anos de namoro, ter casado com Maria das Graças Monteiro, minha atual esposa, sete meses antes da minha iniciação.
A partir de então comecei a entender o que significava a lógica e retidão do esquadro, do compasso e do prumo na busca da egrégora perfeita, como força espiritual geradora de energias vitais na manutenção dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
Percebi também que o melhor local para encontrar a minha felicidade era na felicidade do outro e, que a busca permanente é o equilíbrio entre a unidade e a diversidade.
Aos poucos, fui entendendo a harmonia perfeita proclamada no salmo 133, e percebendo que ali estava a energia concentrada que gera a força de coesão e mantém o grupo unido, apesar, não importa, da nítida consciência ou não, rumo ao Uno Sagrado presente na Divindade onde Pai, Filho e Espírito Santo, são um só, que é Deus – O Grande Arquiteto do Universo.
Hoje, já existem elementos para concluir que o sonho rumo ao uno divinal é, apenas sonho mesmo e, que nele devemos permanecer, pois o que conta é a esperança da busca, somos pobres humanos imperfeitos, temos que entender que para toda tese sempre haverá uma antítese geradora do movimento para que a roda da vida gire.
Por isso não é mais de se ignorar o fato de que na Maçonaria, infelizmente, são encontrados maçons, com “m” minúsculo, que usam avental mas não laboram na senda da lapidação da sua pedra bruta e, também irmãos que nasceram e se educaram maçom, sem nem saber que maçonaria existia que, mesmo profanamente, mereciam usar a nossa indumentária de trabalho.
Talvez por isso, seja justificável ficarmos sempre na busca, pois a perfeição é divinal e inatingível.
Para nós, o que conta é o a busca do Uno perfeito que é Deus, para nós, o Grande Arquiteto do Universo. Que assim seja. Que a busca continue!
*Domingos Pascoal de Melo
sábado, 3 de fevereiro de 2024
Casa onde nasceu o Padre Mororó
Comissão visita, em Groaíras, o lugar onde nasceu Padre Mororó
em 5 mar, 2022 8:33
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NOS PASSOS DE PADRE MORORÓ.
HEROI NACIONAL, MÁRTIRE DA CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR, FUZILADO POR DETERMINAÇÃO DE D. PEDRO I, NO DIA 30 DE ABRIL DE 1825.
Dia 27 de dezembro de 2021, às 8h30m, dezessete Groairenses estiveram (quinze presentes e dois representados) numa missão histórica, na busca de descobrir e delimitar a área onde era a casa do Alferes Félix José de Souza Oliveira e Theodósia Maria de Jesus Madeira, pai e mãe de GONSALO INÁCIO DE LOIOLA ALBUQUERQUE e MELO, também conhecido como Padre Mororó, que ali nasceu, no dia 24 de julho de 1778, e morreu, heroicamente, executado pelas forças imperiais de Dom Pedro I, no dia 30 de abril de 1825. As ruínas da casa, já quase imperceptíveis, situam-se no bairro Padre Mororó, ficam a uns cem metros da ponte e à margem direita da Rodovia CE – 179, que liga Groaíras a Sobral.
Tentativas de delimitar este espaço já foram realizadas, pelo menos, por duas vezes, segundo se tem notícias. Groairenses de boa-vontade e, em épocas diferentes, estiveram ali intencionados em conhecer e validar a história e a memória deste herói, de projeção nacional, nascido em Groaíras. A primeira visita aconteceu no início dos anos sessenta, quando o então prefeito, senhor Raimundo Antônio Cassimiro, formou um grupo composto por: João Batista Cassiano, José Paulo Azevedo, Chico Cassimiro, Domingos Alves Melo e Francisco Feijó, que compareceu àquele local e fixou, num pé de juazeiro existente nas proximidades, uma placa indicativa de que ali havia nascido PADRE MORORÓ. Este ato foi repetido na década de setenta, por outro grupo liderado pelo então prefeito, Cesário Feijó de Melo, Monsenhor Raimundo Cleano, Adauto Cassimiro e mais algumas outros ilustres Groairenses, de cujos nomes não sabemos precisar e, também, na ocasião, fixaram, numa estaca, uma placa de flandres com dizeres se referindo ao lugar onde nascera, em 1778, o filho mais ilustre de Groaíras.
Na comissão do dia 27 de dezembro de 2021, próximo passado, compareceu o acadêmico Dr. Domingos Alves Melo, uma das duas pessoas, que têm conhecimento da existência daquele lugar, pois ainda alcançou os escombros de paredes e forquilhas de aroeira e outras peças ainda aparentes da já mais que bicentenária construção. O outro Groairense que também tem este conhecimento é o nosso mestre maior, o jornalista e acadêmico Dr. Raimundo Nonato Ximenes, decano da Academia Groairense de Letras que no dia 15 de janeiro de 2022 completará 99 anos de idade e, que embora tivesse muita vontade de se fazer presente, àquele ato histórico, não foi possível viajar, ficando, no entanto, na sua casa em Fortaleza, torcendo para que tudo desse certo como, de fato, aconteceu, e a visita foi um sucesso. Para nós, que ali estávamos, era como que o Dr. Ximenes estivesse presente.
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A comissão, constituída por representativas personalidades de Groaíras, contou com as ilustres presenças: do vice-prefeito de Groaíras, Wilker Donato, do presidente da Câmara Municipal de Groaíras, vereador Cláudio Camilo, da desembargadora federal do trabalho, acadêmica Maria das Graças Monteiro Melo, do secretário da cultura, professor Luiz Carlos Rodrigues, do secretário da agricultura, Sociólogo Ney Oliveira, do acadêmico Adauto Cassimiro, do assessor jurídico da Câmara Municipal e vice-presidente da Academia Groairense de Letras, acadêmico Dr. Raul Hélio Feijão, do professor e acadêmico Domingos Pascoal de Melo, da professora Cláudia Memória Feijão, da jovem poeta Rauanny Memória Feijão, do senhor Cesar Martins, chefe de gabinete do senhor prefeito municipal de Groaíras, do vereador Clerton Paiva, do jornalista José Maria Mota o Motinha, do comunicador e acadêmico, João Martins, e do senhor Flávio Aprígio. Na oportunidade, estiveram representados: o senhor prefeito Municipal de Groaíras, Adail Melo e o acadêmico, Dr. Gilberto Feijão.
O evento foi todo documentado através de fotos, vídeo e, ao final de tudo, foi lavrada uma ata que deverá ser assinada por todos que estiveram presentes e representados.
@Domingos Pascoal
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