quarta-feira, 5 de março de 2025

Instituto do Ceará









Instituto do Ceará

138 anos de história

04/03/1887 - 04/03/2025

 

Por Gilson Moreira

Escritor e contador de causos

 

 

É com a alegria de pertencer ao quadro social da mais antiga instituição cultural ativa no Ceará ao lado de talentosos consórcios que celebro os 138 anos do Instituto do Ceará- Histórico, Geográfico e Antropológico.

 

É neste Silogeu que se promove o estudo e a difusão da História, da Geografia, da Antropologia e ciências afins.

 

Existe uma interação constante com a classe estudiosa através de visitas disponibizadas à biblioteca, hemeroteca, setor de audiovisual, laboratório de restauro e conservação, além do museu.

 

Com cerca de 39 mil títulos catalogados, a Biblioteca do Instituto do Ceará contém valioso acervo de obras raras e expressivos trabalhos de autores cearenses nas áreas da História, da Geografia e da Antropologia.

 

Uma localização privilegiada na Praça do Carmo, Palácio Jeremias Arruda, na Rua Barão do Rio Branco 1594, tombado como patrimônio cultural do Ceará. 

 

Este é o endereço da cultura, a Casa de Barão de Studart.

 

Homenageia um dos fundadores da Arcádia, Guilherme Studart, que recebeu a láurea conferida pelo papa Leão XIII à sua ação filantrópica coroando a  dignidade  de uma existência. 

 

O Barão de Studart presidiu a casa por 10 anos de 1929/1938, quando veio a falecer.

 

Vale ressaltar que a longevidade da mais antiga instituição cultural do nosso estado e uma das mais antigas do Brasil deve-se às parcelas de contribuição dos presidentes e associados, desde Paulino Nogueira Borges da Fonseca (1887/1908) ao atual presidente general Júlio Lima Verde Campos de Oliveira (2021/2025).

 

Parabéns, Instituto do Ceará!

Parabéns para todos nós!

terça-feira, 4 de março de 2025

PADRE MORORÓ

Patrono da Cadeira 10 da Academia Cearense de Letras, a academia mais antiga em funcionamento no Brasil

 

 

Grecianny Cordeiro

Redação do Jornal O Estado CE

02 de setembro de 2024

 

 

 

Na semana passada, nos dias 27 e 28 de agosto, o Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico), sob a presidência do general Júlio Lima Verde Campos de Oliveira, em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), realizaram, em Fortaleza, o Seminário Comemorativo do Bicentenário da Confederação do Equador.

O evento contou com palestras de profundos conhecedores da temática, dentre os quais destacamos o próprio Júlio Lima Verde (presidente do Instituto do Ceará), o prof. Filomeno Moraes Filho (sócio efetivo), além dos membros do IAHGP, Margarida Oliveira Cantarelli, Paulo Cadena e André Heráclito do Rêgo. Houve, ainda, uma visita à Praça dos Mártires (Passeio Público), local onde alguns dos insurgentes foram fuzilados, a exemplo do Padre Mororó, Azevedo Bolão, Feliciano Carapinima, Francisco Ibiapina e Pessoa Anta.

Conforme material recebido pelo advogado e escritor Domingos Pascoal, natural de Groaíras e radicado em Aracaju, entusiasta da literatura, colaborando com a implantação de diversas academias literárias no Estado de Sergipe, tramita o Projeto de Lei nº 2882/24, pelo qual se propõe a inscrição no nome do Padre Mororó no Panteão dos Heróis Nacionais.
Domingos Pascoal segue na luta pela aprovação do referido projeto de lei e destaca a importância de Padre Mororó (Gonçalo Ignácio de Loiola Albuquerque Melo) para a História, ele, que foi um dos líderes da Confederação do Equador, sendo fuzilado pelas tropas do governo no dia 30 de abril de 1825. Registra Domingos Pascoal em relação ao seu conterrâneo:

1. Secretário do governos, um monarquista, Gov. Sampaio e um revolucionário, presidente Tristão Gonçalves;

2. Primeiro escritor a ter um livro publicado;

3. Primeiro jornalista do Ceará;

4. Patrono da imprensa do Ceará;

5. Cavaleiro da Ordem de Cristo;

6. Professor de Latim;

7. Um dos participes da Proclamação da República do Campo Maior do Quixeramobim;

8. Secretário do Grande Conselho que instalou o governo revolucionário de Tristão Gonçalves, no dia 26 de agosto de 1824;

9. Patrono da Cadeira número 10 da Academia Cearense de Letras, a academia literária mais antiga do Brasil.”


No site da Academia Cearense de Letras, consta que Padre Mororó “era abalizado latinista e dedicava-se aos conhecimentos das Ciências físicas e naturais. Ensinou Latim em Aracati-CE. Fluente orador sacro, eram arrebatadores os seus sermões.”
Que o Panteão dos Heróis possa receber Padre Mororó em seu Livro de Pedra e Ferro da eternidade.

 


terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

 PADRE MORORÓ: 200 ANOS DE UM MARTÍRIO HEROICO – UM SACRIFÍCIO QUE O TEMPO NÃO APAGA.

 

 

Domingos Pascoal

 

Dia 30 de abril de 2025, completaremos 200 anos da prematura e covarde execução de nosso mais ilustre conterrâneo: Gonçalo Ignácio Loiola Albuquerque Mello, o Padre Mororó. Ele foi vítima das forças imperiais do nepotista Dom Pedro I, mas sua memória permanece viva como um dos maiores mártires da Confederação do Equador.

 

Para entender a grandiosidade desse herói, vamos conhecer sua origem, trajetória e seu legado.

 

Padre Mororó nasceu em 24 de julho de 1778, na localidade de Riacho do Guimarães, atual município de Groaíras, Ceará. Filho do Alferes Félix José de Souza e Oliveira e de Theodózia Maria de Jesus, cresceu em uma casa simples, localizada cerca de cem metros após o ancestral riacho do Guimarães, onde hoje fica o bairro que leva seu nome.

 

Desde pequeno, demonstrou inteligência excepcional e paixão pelo conhecimento. Estudou as primeiras letras com o Tenente Manoel Correia Lopes e, em 1793, aos 15 anos, mudou-se com sua família para Sobral, onde seu pai tornou-se escrivão e vereador.

 

Foi em Sobral que iniciou os estudos de Latim com o Padre Manoel Francisco Rodrigues da Cunha, destacando-se tanto que, por vezes, substituiu seu mestre quando este precisou se ausentar para compromissos com o bispo no Recife.

 

No início do ano de 1800, foi levado pelo seu professor Padre Manoel Francisco Rodrigues da Cunha, à Província de Pernambuco, onde ingressou no recém-criado Seminário Nossa Senhora da Graça, em Olinda. 

 

Já na sua chegada foi marcante: impressionou a todos ao compor poemas de saudação para o reitor e fundador da instituição, Dom José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho.

 

No mesmo final do mês em que começou a estudar recebeu uma notícia que poderia ter mudado tudo: foi informado de que seu pai morrera e que necessário se fazia que ele voltasse pois não tinha quem cumprisse com as despesas de manutenção naquela escola.

 

Levou esta notícia ao Senhor Reitor que decidiu por contratá-lo como seu secretário para que assim cumprisse com as despesas do internato.

 

Em novembro de 1802, foi ordenado Presbítero do Hábito de São Pedro e de imediato designado, pelo bispo diocesano a retornar à Provincia do Ceará, onde em 09 de dezembro de 1802, celebrou a sua primeira missa na Igreja Matriz de Sobral, onde permaneceu até 1806, prestando auxílio ao Padre Manoel Pacheco Pimentel, nos serviços paroquiais e nas atividades relacionadas com a educação. 

 

Após estes quatro anos na paróquia de Sobral, foi designada pela Diocese de Pernambuco  


Muito Além do Sacerdócio

 

O talento de Padre Mororó não se restringia ao altar. Ele se destacou em diversas áreas:

1.     Grande Orador Sacro, encantava e atraia fiéis às suas homilias;

 

2.     Primeiro escritor cearense a ter um livro publicado pela Typographia Real com Licença da Meza de Desembargo do Paço, em 1818.

 

3.     Primeiro jornalista do Ceará, com a impressão do Diário do Governo, em 01 de abril de 1824.

4.     Secretário do governador da Província Manoel Ignacio Sampaio Pina e Freire de 1816 a 1820.

5.     Secretário de Tristão Gonçalves, então presidente da província do Ceará em 1824.

6.     Secretário do Grande Conselho que instalou o governo revolucionário de Tristão Gonçalves, no dia 26 de agosto de 1824.

7.     Professor de Latim nomeado pelo Governado Sampaio.

8.     Cavaleiro de Cristo insígnia recebida da Imperatriz Regente D. Leopoldina. O Despacho concedendo a Insígnia de Cavaleiro de Cristo a Gonçalo Ignácio Loiola de Albuquerque Mello, foi da lavra por Dona Leopoldina, Imperatriz do Brasil e, foi publicado na edição de nº 92 da Gazeta do Rio de Janeiro de quarta-feira dia 18 de novembro de 1818. 

9.     Um dos mais destemidos revolucionários da história do Brasil.

 

O vaticínio de Dom Azeredo revelou-se certeiro: "Este moço há de se perder na primeira revolução que surgir." E assim foi. Padre Mororó não se perdeu; ele entrou para a História.

A Confederação do Equador e a Luta pela Liberdade, em 1824, Padre Mororó tornou-se uma figura central na Confederação do Equador, movimento republicano que mobilizou o Nordeste contra o autoritarismo de Dom Pedro I. 

 

Com a coragem e determinação, ocupou papel estratégico na administração do governo revolucionário cearense, servindo como secretário de governo de Tristão Gonçalves. Além disso, comandava a redação e publicação do Diário do Governo, o primeiro jornal impresso do Ceará, no qual defendia a liberdade e incentivava a população a lutar pela independência.

 

O Martírio de um Patriota

 

Após a derrota da Confederação do Equador, Padre Mororó foi capturado pelas tropas imperiais. Condenado à morte, foi executado em 30 de abril de 1825, na Praça dos Mártires, em Fortaleza.

 

Seu momento final foi um ato de bravura e dignidade. Recusando a venda nos olhos, cruzou as mãos sobre o peito e apontou para seu próprio coração, dizendo: "Aqui está o alvo." O estampido silenciou sua voz, mas seu nome ecoa na eternidade.

 

O Legado de Padre Mororó

 

Apesar de sua trágica morte, sua memória jamais foi esquecida. Em Groaíras, sua terra natal, seu legado é celebrado pelo Memorial Padre Mororó, pelo bairro que leva seu nome e por diversas homenagens.

Estudiosos, Professores, Historiadores, Acadêmicos e, os Estudantes Groairenses seguem incentivando, estudando e divulgando sua trajetória, reafirmando seu papel na luta pela a educação justiça e liberdade.

 

Padre Mororó não foi apenas um sacerdote ou um jornalista. Ele foi um herói. Um defensor incansável da liberdade, cuja coragem inspira gerações.

 

Seu nome brilha entre os mártires da História Nacional, lembrando-nos que a luta por um Brasil mais justo sempre valerá a pena.

 

Padre Mororó: herói de Groaíras, herói do Brasil!

 

terça-feira, 7 de janeiro de 2025



CONVITE

120 anos de D. Maria José.

Japoatã – Sergipe

 

 

A IMPRENSA, AOS CONFRADES E CONFREIRAS DE TODAS AS ACADEMIAS LITERÁRIAS DE SERGIPE, AOS PROFESSOR[AS], ESCRITOR[AS] E, LEITORE[AS], ARTISTAS E A TODOS OS JAPOATANENSESOS E SERGIPAN[AS].

TODOS ESTÃO CONVIDADOS.

 



Na próxima sexta-feira, dia 10 de janeiro de 2024, a cidade de Japoatã, Sergipe, será palco de uma celebração histórica. Dona Maria José dos Santos, nascida em Propriá e residente em Japoatã, completará 120 anos, consagrando-se como a mulher mais velha do mundo. Este marco extraordinário não apenas enriquece a história local, mas também a do Estado de Sergipe e do Brasil.


A comemoração será conduzida pela Gestão Municipal de Japoatã, liderada pelo Prefeito Claudio Dionísio, Adriana Oliveira, Thais Oliveira e Domingos Pascoal em parceria com as Academias Literárias locais: a AJLA – Academia Japoatãnense de Letras e Artes – e a ALEJ – Academia de Letras Estudantil de Japoatã. Também estão envolvidas as professoras e estudantes da Escola Municipal Professora Eliete de Melo Guimarães, que se dedicaram a homenagear esta data histórica.


O evento, que terá início às 14h30 no próprio dia 10, incluirá apresentações culturais, homenagens literárias e momentos de reflexão sobre a importância de Dona Maria José para a cultura sergipana e brasileira. Tive a notícia que o bolo de aniversário de D. Maria José, terá um metro e meio de tamanho, As festividades resgatarão a identidade de Japoatã como a "terra dos Tesouros Perdidos e Tesouros Encontrados", destacando Dona Maria José como um dos maiores TESOUROS DE JAPOATÃ.


Todas as academias literárias de Sergipe, bem como a imprensa, as personalidades culturais, literárias e de classes e os sergipanos em geral estão convidadas a participar desse momento único. Para aqueles que não puderem estar presentes, é possível enviar MOÇÕES OU MENSAGENS DE CONGRATULAÇÃO, fortalecendo ainda mais a rede de reconhecimento ao redor dessa ocasião memorável. Isso vai em muito contribuir para a concessão da certificação internacional, já requerida. Quem sabe não estão aguardando o dia 10 para nos enviar este documento?


Dona Maria José dos Santos não é apenas uma cidadã centenária; ela é um símbolo de esperança, história e pertencimento. Sua celebração é mais do que um evento; é um legado que inspira Sergipe e o mundo a valorizar suas raízes e seus idosos, que carregam as marcas do tempo e da sabedoria. VAMOS VALIDAR?


Domingos Pascoal e Adriana Oliveira.

A CELEBRAÇÃO DOS 120 ANOS DE DONA MARIA JOSÉ DOS SANTOS: 

UM TESOURO VIVO DE JAPOATÃ

 

 

No dia 10 de janeiro de 2024, a bucólica cidade de Japoatã, em Sergipe, estará em festa. Nesta data especial, a prefeitura municipal, junto às academias AJLA – Academia Japoatãense de Letras e Artes a ALEJ – Academia de Letras Estudantil de Japoatã e a Escola Municipal Professora Eliete de Melo Guimarães, se unirão ao povo para celebrar um marco histórico: os 120 anos de Dona Maria José dos Santos, reconhecida como a mulher mais velha do mundo.


A grandiosidade desse momento não é apenas uma comemoração pessoal, mas um verdadeiro símbolo de resiliência e longevidade, algo que inspira tanto as novas gerações quanto as que viveram épocas passadas. Dona Maria José, com sua trajetória de mais de um século, tornou-se um testemunho vivo de histórias, culturas e tradições que atravessaram décadas e resistiram ao tempo.


A certificação internacional que reconhece sua posição como a mulher mais velha do mundo já foi formalmente solicitada. Há uma grande expectativa de que, em breve, este título seja oficialmente concedido, transformando Dona Maria José em um tesouro não apenas de Japoatã, mas de Sergipe, do Brasil e do mundo. Este reconhecimento adicionará ainda mais brilho à rica história cultural do município, conhecido por preservar seus "tesouros perdidos e encontrados", como bem descrevem os japoatãenses.


Dona Maria José não é apenas um marco de longevidade, mas também uma figura de extrema relevância para a história local. Ao longo de sua vida, ela testemunhou mudanças sociais, políticas e culturais que moldaram não apenas Japoatã, mas o Brasil como um todo. Sua memória guarda episódios, hábitos e costumes que, muitas vezes, não encontram registro em livros, mas vivem nas palavras de quem os viveu.


Ela é um exemplo vivo de como a força de vontade, a fé e o cuidado com a saúde podem nos conduzir a vidas longas e significativas. Sua presença entre nós é um lembrete de que cada dia é uma oportunidade de aprender, compartilhar e celebrar as pequenas e grandes alegrias da vida.


A celebração será um momento de união para toda a comunidade. O evento promete reunir personalidades locais, representantes das academias literárias, autoridades e, principalmente, os moradores de Japoatã, que sempre valorizam os seus tesouros e a identidade cultural do município. 


Serão realizadas homenagens, apresentações culturais e momentos de reflexão sobre a importância de preservar e celebrar os patrimônios humanos.

As academias AJLA e ALEJ desempenharão um papel especial na cerimônia, promovendo atividades que destacam a relevância histórica de Dona Maria José e a importância de documentar e perpetuar as memórias das pessoas mais longevas de nossa sociedade.


Com este evento, Japoatã reafirma sua posição como um município que valoriza suas raízes, suas histórias e, acima de tudo, as pessoas que as tornam possíveis. Dona Maria José dos Santos, aos 120 anos, é um verdadeiro monumento vivo da humanidade e um exemplo para o mundo.

 

Domingos Pascoal e Adriana Pinheiro

domingo, 5 de janeiro de 2025



Esta foto diz muito para mim. Estou ao lado de uma pessoa que respeito e considero pelo o que de bom ele vem fazendo desde o tempo em que eu escrevia para Revista Perfil, e, ele era o fotografo, por sinal excelente no que fazia. Jaime da Perfil, meu Amigo é tão persistente que a sua trajetória de sucesso encanta a quem o conhece.  Obrigado, meu amigo, estes prêmios de Melhores do ano guardarei e honrosamente divulgarei por toda a minha vida. 



    Sábado, 28 de dezembro de 2024, instalação da Academia de Letras, Ciências e Artes de Siriri



quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

CERIMONIA DE INSTALAÇÃO DA ACADEMIA DE LETRAS, CIÊNCIAS E ARTES DE MALHADOR - ALCAM 21/12/2024


CERIMONIA DE INSTALAÇÃO 

DA

ACADEMIA DE LETRAS, CIÊNCIAS E ARTES DE MALHADOR

ALCAM

21/12/2024





*Por Jilberto Rodrigues de Oliveira


Ocorreu na tarde de sábado, 21 de dezembro de 2024, às 16h30, no salão de eventos da Igreja Matriz de São José, em Malhador, Sergipe, a Solenidade de Instalação e Posse dos Membros Fundadores da ALCAM/SE – Academia de Letras, Ciências e Artes de Malhador. O Silogeu foi presidido pelo Ilustre Confrade Domingos Pascoal de Melo, representante do Doutor Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras. 

Abertos os trabalhos da solenidade, formou-se o dispositivo e foi nomeada uma comissão, composta por Lucas Lamonier (AGL) e Isys Lorrany (ASAS), que teve como objetivo conduzir os novos acadêmicos à frente da mesa a fim de que pudessem ser empossados. A trilha sonora executada nesse momento, via mídia, foi a canção “Oh, Happy Day” cuja autoria é de Edwin Hawkins e cantada pelo Coral Black To Black. A seguir, deu-se entrada às Bandeira do Brasil, de Sergipe e de Malhador e, em ato contínuo, foi executado o Hino Nacional Brasileiro pela Filarmônica Jacinto de Figueiredo, sob a regência do maestro Beethovem Sales de Assis, sendo que a letra do nosso Hino foi cantada pela cantora solista lírica Luzia Cláudia de Jesus e acompanhado por todo o público presente. Feito isso, Domingos Pascoal, o Presidente da Mesa, pronunciou o Ato de Instalação e, após a fala dele, a confreira Maria Rosilene Andrade foi convidada a postar-se à frente dos confrades e confreiras noveis a fim de pronunciar o Juramento Acadêmico.    

No ato seguinte, Domingos Pascoal fez o Pronunciamento Protocolar. Terminado esse momento, deu posse ao professor e escritor Jilberto Rodrigues de Oliveira, na Cadeira n° 01, como Primeiro Presidente da ALCAM. Uma vez empossado, o novo presidente assumiu os trabalhos, empossando os demais membros fundadores da arcádia literária malhadorense, os quais são citados a seguir. 

Na Cadeira n° 02, foi empossada a Ativista Cultural Luzia Cláudia Souza de Jesus; na Cadeira n° 03, a professora e museóloga Gedma Maria dos Santos; na Cadeira n° 04, a Médica Thaynara Santos de Oliveira; na Cadeira n° 05, o Professor Doutor em Física Camilo Bruno Ramos de Jesus; na Cadeira n° 06, o Pedagogo e Empresário Andeson Tavares; Na Cadeira n° 07, o também Pedagogo Elias Marciel Soares; na Cadeira n° 08, a Professora e Jornalista Ivalda Maria de Jesus; na Cadeira n° 09, o Historiador e Cabo da PM Adelmo Fernando Barreto; Na Cadeira n° 10, o Professor e Biólogo Allan Teles de Lima; na Cadeira n° 11, o Físico e Artista Plástico Sandro Wagny Souza Santos; na Cadeira n° 12, o Professor com Pós-Doutoramento Ronaldo Nunes Linhares; na Cadeira n° 13, o Professor e Físico Jorge Luiz da Silva Filho; na Cadeira n° 14, o Professor José Alvino de Almeida; na Cadeira n° 15, a Professora e Mestra Arlene Ercília de Jesus Invenção; na Cadeira de n° 16, o Professor e Advogado José Barros dos Anjos; na Cadeira n° 17, o Professor e Químico Alisson de Oliveira Macena e, por último, na Cadeira n° 18, a Professora Pedagoga Maria Rosilene Andrade. 

À solenidade, compareceram cidadãs e cidadãos locais e de outros municípios sergipanos. Dentre as personalidades e autoridades políticas, marcaram presenças o Sr. Francisco de Araújo Júnior, Assisinho, Prefeito de Malhador e o Sr. Floro Alves de Araújo Júnior, Vice-prefeito. A Câmara Municipal foi representada pelos vereadores Sr. Antônio Luiz dos Santos e a Srª Geane Vieira Mendonça. Representando as entidades religiosas, estavam presentes o pároco local, Pe. Adeilson Almeida de Jesus, e o Sr. Elon Torres Lemos, Pastor da Primeira Igreja Batista de Malhador. A Companhia de Saneamento de Sergipe, DESO, foi representada pelo Sr. Manoel Ciro Vieira de Souza. Engrossando a lista de outras ilustres personalidades, fizeram-se presentes ao evento as seguintes pessoas: Arthur Ferreira Santos, Secretário Municipal da Comunicação; Maria Altair dos Santos, Diretora do Departamento de Pessoal; Amanda Pereira de Jesus, Secretária Municipal da Saúde; Thayná Souza dos Santos Costa, Secretária Municipal da Educação; Maria Alves Bispo Vieira, Diretora da EM Clotildes de Jesus Silva e Maria Valdelice da Silva Menezes, Diretora da EM José Joaquim Pacheco. 

No Silogeu que foi presidido pelo Ilustre Confrade Domingos Pascoal de Melo, também marcaram presenças outros distintos confrades e confreiras das demais academias coirmãs do estado. Dentre esses, citam-se Cris Souza, Presidenta da Academia Municipalista de Sergipe; Jodoval Luiz dos Santos, Presidente da ARLA; Âmila Bethoven, representante da Academia de Letras de Maruim; Carlos Alexandre Aragão, representante da Academia de Letras de Aquidabã; Lucas Lamonier, representante da Academia Gloriense de Letras; Carlos Oliveira Nascimento, membro do Movimento Via Láctea de Nossa Senhora da Glória; Salete Nascimento, representante da Academia de Letras de Nossa Senhora das Dores; Hélio de Souza Oliveira, representante da Academia Cristinapolitana de Letras; Antônio Saracura e José Almeida Bispo, representantes da Academia Itabaianense de Letras; Maria Valdete dos Santos, representando a AJLA; Edilma Rainha, presidenta da Academia de Letras de Areia Branca; Isys Lorrany, representante da ASAS; Wesley Azevedo Costa, representante da ALAM; José Ginaldo de Jesus, Presidente da Academia de Letras de Estância e Cleverton Santos Figueiredo, representante da Academia de Letras Estudantil de Sergipe. Também, incluindo-se aos que se encontravam presentes, mencionam-se Edivânia Silva Santos, Aracaju; Maria Valdete dos Santos, Japoatã e Elenilde Silva Santos, Areia Branca. 

A parte cultural do evento solene ficou sob o encargo da Banda Filarmônica Jacinto de Figueiredo, sob a regência do maestro Beethovem Sales de Assis. A referida Filarmônica executou músicas clássicas, trilhas sonoras de filmes e peças musicais de autores brasileiros.   

Durante a Sessão Solene, foram condecorados cidadãos e cidadãs que colaboraram direta ou indiretamente para que o evento acontecesse. Dentre esses receberam Certificados: Pe. Adeilson Almeida de Jesus, pároco da Igreja Matriz de São José; Anna Lúcia Menezes de Araújo, estudante de Pré-Vestibular; Anne Mirella da Silva, aluna da EM José Joaquim Pachêco; Antônio Luiz dos Santos, vereador do Povoado Alecrim; Carlos Oliveira Nascimento, Ativista Cultural; Cláudia Cristiane dos Santos, professora da Rede Municipal de Malhador; Domingos Pascoal de Melo, representante da ASL; Haidê Machado Lima, estilista responsável pela criação do casaco acadêmico da ALCAM; Jilberto Rodrigues de Oliveira, presidente da ALCAM; Júlia Maria Vieira dos Santos, aluna do CE José Joaquim Cardoso; Luzia Cláudia Souza de Jesus, Ativista Cultural; Sr. Manoel Ciro Vieira de Souza, representante da Deso – Companhia de Saneamento de Sergipe/Gerência de Produção e Distribuição Centro Oeste; Marília Santos Oliveira, professora da Educação Básica; Thayná dos Santos Siqueira, aluna do CE José Joaquim Cardoso e Victória Andrade dos Santos, aluna Universitária.  

Com duração de quase três horas, o evento se encerrou com um discurso de agradecimento, feito pelo presidente empossado Jilberto Rodrigues de Oliveira. A seguir, sob uma trilha sonora ao fundo, em que eram executadas As Quatro Estações de Vivaldi e Afrikaan Beat, Canção de Bert Kaempfert, acadêmicos e os convidados juntaram-se para tirar fotografias, sob a direção de César Vinícius Mercena dos Anjos, fotógrafo exclusivo para o evento. Nesses registros fotográficos, houve a foto oficial e outras inúmeras tiradas com as confreiras e confrades. 

E, dessa forma, nascia na tarde daquele sábado, conforme leu a Médica Thaynara Santos de Oliveira, Mestra de Cerimônias, em seu discurso de abertura, situando o espaço temporal em “primeiro dia do verão de 2024, Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, data em que se comemorou, embora com atraso, o Primeiro Centenário de Ariosvaldo Figueiredo, ilustre sergipano nascido em Malhador, Ano em que se comemorou os 200 anos da nossa Primeira Constituição de 1824, Ano em que se realizou a décima edição do Festival Rock in Rio e, Ano em que pela primeira vez, comemorou-se o Dia da Consciência Negra em âmbito Nacional como feriado”, a ALCAM/SE. Arcádia literária que nasceu forte, sob boas perspectivas, haja vista que no dia da sua Instalação foi lançada uma Antologia cujo título é Ariosvaldo Figueiredo, Patrono Maior dessa nova confraria das Letras, das Ciências e das Artes de Malhador, de Sergipe e do Brasil.  

 

 

Jilberto Rodrigues de Oliveira é Membro Titular Fundador da ALCAM/SE, eleito Primeiro Presidente e Empossado no dia 21/12/24; é membro da AMS; é membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni – MG; é professor e escritor e autor das seguintes obras publicadas: Trilhas do Cipoal (2021); Esquina do Arco-íris (2022); Vereda das Flores e Outras Crônicas (2022) e Vitrine das Máscaras (2023).    

 

 

 

  

 

ARLA ROMPE O PROTOCOLO PARA CELEBRAR A CULTURA E EMPOSSAR JOSÉ ALVES DANTAS FILHO   Por Domingos Pascoal   Em sessão extraordinária realizad...